Deteriora-me por dentro...Ter que dar adeus ao sol que ainda não nasceu
Despedir-me lentamente de uma criança moribunda
Ou seriam as minhas mazelas corpóreas fortes o suficiente
Para não me deixarem sair da sombra das angústias
Ou seria uma ponta de sobriedade que tenta penetrar o meu ser degenerado
Pergunto ao meu Zaratustra
Se devo seguir o caminho das flores...
Ou o rastro dos bodes

0 comentários:
Postar um comentário