Deteriora-me por dentro...
Ter que dar adeus ao sol que ainda não nasceu
Despedir-me lentamente de uma criança moribunda

Ou seriam as minhas mazelas corpóreas fortes o suficiente
Para não me deixarem sair da sombra das angústias
Ou seria uma ponta de sobriedade que tenta penetrar o meu ser degenerado

Pergunto ao meu Zaratustra
Se devo seguir o caminho das flores...
Ou o rastro dos bodes

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